Hoje estou sentindo falta daquela amiga que usa rosa mas é brava. Que escreve bonito e capricha na letra. Que bebe água sem parar por obrigação. Que inventa todas as desculpas para tomar um sorvete. Que fala sincero, ainda que nem sempre de forma tão clara, mas de forma irônica que é mais 'inteligente'. Que tem um celular bonito que nunca usa, mas fica doida pra usar com 'ele'. Que nem sabe se decidir quando acha que decidiu. Que às vezes nem presta atenção em nada, porque é distraída, ou porque não quis mesmo. Que passa e olha os portões da casa, e presta atenção nos detalhes pra depois desenhar. E começa um livro e começa outro e outro até começar 23 e aí sim ela prossegue a leitura de todos eles. E tem sempre um lugar em sua mente, de quando brincava quando criança em sua casa, que te lembra a Inglaterra. Que arruma os dvds na estante. E deixa um monte de coisas de lado porque não liga a mínima. E ri calada, dentro de si. E pensa muito. E pensa cada coisa. E sente as coisas e adivinha tudo sem querer. Mas às vezes adivinha só porque quer. E fica pensando de onde foi que saiu essa coisa que ela não sabe o nome, de sentir e saber, sabe? E às vezes fica sozinha, só pra ficar com ela mesma, e pensa que isso nem é estar sozinha. E diz que o verbo mais bonito é 'aprender', mas nem sempre ela aprende. Mas ainda há tempo. E como ela gosta do tempo. Ainda mais quando ele está de um azul escuro nublado prometendo chuva. Até te dá saudades do passado e do futuro....
Um dia a gente se encontra e se reconhece.
29 de jul. de 2010
28 de jul. de 2010
é hoje
Sabe quando você fica tão feliz, mas tão feliz que nada mais importa? E você até sorri com o sorriso largo, brilho nos olhos e um olhar de criança? E você só pnesa naquele presente embrulhado em papel importado que você ganhou? E fica ansiosa, inquieta e, mais uma vez, com sorrisos nos lábios? Sabe quando você volta a ter 10 anos de idade, volta para aquele dia em que você ganhou aquela super fantasy barbie ou aquele video game que seu tio trouxe dos EUA pra você e seus primos ficaram na sua casa pra jogar? Sabe quando você sai de cena, sim, sai de onde você está, nesse lugar real, e passa até a viver em um lugar imaginário, mais precisamente num jardim? E lembra daquela fase do jogo que tinha até monstro mas você derrotou? E ainda pede um sundae pra comemorar?
Então.
Então.
dia da alegria
Hoje é mais um desses dias da alegria em que tenho vontade de enfeitar o mundo todo de bandeirinhas coloridas e dar apito pra todo mundo soprar.
Ah que alegria é ver uma alegria sendo planejada e, em parte, cumprida. Ver que ela está indo direitinho... Só porque não pus nas minhas mãos, mas na mãos de outra pessoa, que são as mãos mais fortes e competentes que eu já vi na vida. Sim, estou falando das mãos de um neném chamado Jesus! Fofo demais ele, né? E ainda por cima é meu super camarada número 1! =)
Ah que alegria é ver uma alegria sendo planejada e, em parte, cumprida. Ver que ela está indo direitinho... Só porque não pus nas minhas mãos, mas na mãos de outra pessoa, que são as mãos mais fortes e competentes que eu já vi na vida. Sim, estou falando das mãos de um neném chamado Jesus! Fofo demais ele, né? E ainda por cima é meu super camarada número 1! =)
Celebrando o fim
Hoje celebro o fim de uma amizade.
O fim de uma amizade que tentei por muito tempo conservar mas fui derrotada. E nem fui a primeira a desistir dessa amizade com ele, um senhor (olha o meu respeito) de quase 40 mas que tem mentalidade de uns 12, 13 anos.
Deixo para trás, em um lugar que eu jamais conseguirei ver (porque escolhi assim), muitas chateações, comentários bobos, crítcas sem fundamento (críticas às lojas que as pessoas frequentam, ao preço do dólar que julguei barato, à viagem que fiz, ao quanto eu gastaram e por aí vai). Também não posso esquecer (só agora, porque daqui a pouco já terei esquecido) das picuinhas, brincadeiras de criança, linguajar muito vulgar, inveja, muita inveja. Vai saber de quê. Ele deve ter seus motivos-que-não-me-interessam.
E da minha parte deixo pra trás muito saco cheio, muita impaciência, muita cara de paisagem, muitos comentários guardados só pra mim, muita vontade de dar um murro :)
E penso que o fim também é um começo. E começo a achar que deveria ter terminado essa amizade todas as vezes em que terminei e você não sabia.
O fim de uma amizade que tentei por muito tempo conservar mas fui derrotada. E nem fui a primeira a desistir dessa amizade com ele, um senhor (olha o meu respeito) de quase 40 mas que tem mentalidade de uns 12, 13 anos.
Deixo para trás, em um lugar que eu jamais conseguirei ver (porque escolhi assim), muitas chateações, comentários bobos, crítcas sem fundamento (críticas às lojas que as pessoas frequentam, ao preço do dólar que julguei barato, à viagem que fiz, ao quanto eu gastaram e por aí vai). Também não posso esquecer (só agora, porque daqui a pouco já terei esquecido) das picuinhas, brincadeiras de criança, linguajar muito vulgar, inveja, muita inveja. Vai saber de quê. Ele deve ter seus motivos-que-não-me-interessam.
E da minha parte deixo pra trás muito saco cheio, muita impaciência, muita cara de paisagem, muitos comentários guardados só pra mim, muita vontade de dar um murro :)
E penso que o fim também é um começo. E começo a achar que deveria ter terminado essa amizade todas as vezes em que terminei e você não sabia.
27 de jul. de 2010
Decidi!
Hoje, a-g-o-r-a, eu estou tão decidida que penso até que gostaria de me sentir pra sempre assim!
Ah, como eu queria ser decidida, direta, certa. Mas aí eu penso que as pessoas decididas são secas, frias, sem graça e sem brilho. Deve ser chato não enrolar, saber a resposta pra toda tentação-aventura-oportunidade-escolha-situação assim de cara. E nem quero mais. E começo a pensar que ser indecisa tem seu charme todo especial e te dá a desculpa de 'parar pra pensar', não responder poque 'está refletindo', não escolher porque não pode e não consegue e acabar ficando com todos (todos, todos. Coisas e garotos). E você ainda pode pedir todas as pessoas de quem você gosta para dar seus palpitinhos coloridos e te ajudar a fazer uma escolha mais sensata.
Mas sobre esse "assunto" prefiro ser assim, como estou agora: decidida. Pra sempre, pliz.
Ah, como eu queria ser decidida, direta, certa. Mas aí eu penso que as pessoas decididas são secas, frias, sem graça e sem brilho. Deve ser chato não enrolar, saber a resposta pra toda tentação-aventura-oportunidade-escolha-situação assim de cara. E nem quero mais. E começo a pensar que ser indecisa tem seu charme todo especial e te dá a desculpa de 'parar pra pensar', não responder poque 'está refletindo', não escolher porque não pode e não consegue e acabar ficando com todos (todos, todos. Coisas e garotos). E você ainda pode pedir todas as pessoas de quem você gosta para dar seus palpitinhos coloridos e te ajudar a fazer uma escolha mais sensata.
Mas sobre esse "assunto" prefiro ser assim, como estou agora: decidida. Pra sempre, pliz.
Posts sobre um mesmo assunto
É que alguns assuntos estão a mil nesta minha cabecinha de vento. Sempre os mesmos. Será que até quando eu ficar velha? Se a alma não envelhece, como dizem por aí, sim.
E quando menos quero pensar, mais acabo pensando, pois pensei pra tentar não pensar.
E até descubro que esses pensamentos estão a mil mesmo é no coração da gente. Isso sim.
E é um eterno pensa-mento.
E quando menos quero pensar, mais acabo pensando, pois pensei pra tentar não pensar.
E até descubro que esses pensamentos estão a mil mesmo é no coração da gente. Isso sim.
E é um eterno pensa-mento.
Passo só pra despistar
Uma. Duas. Três. Zilhões de vezes.
Aí eu páro. Crio coragem e páro. Chamo alguém, que não tem nada a ver, pra conversar. E depois me sinto um 'pouquinhozinho de nada' mal, porque meu objetivo mesmo era ver você. Só ver assim, de longe. Porque ontem quando eu te vi eu até fingi que não te vi, e pra eu fingir eu tive que ficar sem te ver mesmo. É, nem olhei pra você. Mas eu queria, viu? Queria ontem. E hoje também. E eu estou escrevendo isso aqui só porque daqui a alguns dias eu não vou querer mais. E pra eu lembrar que um dia eu quis, e em outro dia não quis, e que eu mudo de idéia. É, as coisas mudam.
Aí eu páro. Crio coragem e páro. Chamo alguém, que não tem nada a ver, pra conversar. E depois me sinto um 'pouquinhozinho de nada' mal, porque meu objetivo mesmo era ver você. Só ver assim, de longe. Porque ontem quando eu te vi eu até fingi que não te vi, e pra eu fingir eu tive que ficar sem te ver mesmo. É, nem olhei pra você. Mas eu queria, viu? Queria ontem. E hoje também. E eu estou escrevendo isso aqui só porque daqui a alguns dias eu não vou querer mais. E pra eu lembrar que um dia eu quis, e em outro dia não quis, e que eu mudo de idéia. É, as coisas mudam.
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